Natiruts sobe ao palco do Espaço das Américas para o show de lançamento de “Índigo Cristal”

Gravado e produzido no Cerrado – o habitat natural do Natiruts – o disco Índigo Cristal é a síntese da retórica atual da banda brasiliense. Suas 11 faixas inéditas reforçam que o amor e a compaixão são pilares fundamentais para o bem estar social, e explanam o poder da positividade para seguir em frente em meio ao caos. A cidade de São Paulo recebe o show de lançamento no 21 de outubro (sábado) no Espaço das Américas. O show de abertura ficará por conta do projeto Inna Positive, em que o sound system carioca Digitaldubs convida MCs e toasters para um baile de raiz jamaicana.

“O que o Natiruts entrega de melhor para o público são músicas que elevam o astral, que mudam a energia, que trazem positividade corporal e mental. Pelo menos esse é o feedback que a gente mais recebe dos fãs”, observa Alexandre Carlo. “A gente vê um Brasil muito dividido e acho que a contribuição maior que o Natiruts pode dar é justamente exaltar a busca pela esperança, pela força familiar e pelo amor ao próximo. A gente acha que isso é de uma relevância muito grande nos dias atuais e ajuda muito no processo que o país vem passando agora”, completa o vocalista e compositor.

Este aguardado álbum – cuja capa conta com ninguém menos que a modelo Mahany Pery – saiu no dia 04 de agosto, em parceria com a gravadora Sony Music. Produzido pelo próprio Alexandre Carlo, Índigo Cristal mantém o DNA dos meninos que tocam reggae e MPB desde 1996, mas vem com boas novidades.

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O primeiro single, “Sol do Meu Amanhecer”, contém a ideia de sempre do Natiruts: usar o reggae como ferramenta musical e cultural, mesclando-o com outras influências. Neste caso a bossa nova entra em cena promovendo a união Brasil-Jamaica de forma direta. A música conta com arranjo de cordas e regência do maestro Joaquim França. O single, lançado em junho em forma de videoclipe, já conta com quase 5 milhões de visualizações no Youtube da banda.

Assista:

Antes dessa, a playlist de Índigo Cristal abre com duas faixas onde o reggae roots ganha sotaque jazzístico, graças aos solos dos sopros: “Caminhando eu Vou” e “Na Positiva” – outra faixa que virou um videoclipe, gravado Chapada dos Veadeiros, em Goiás.
Assista:

A melodia indiana aparece junto com as batidas de “Dois Planetas”, a faixa cósmica sobre a “classe natural vibrante / energia feminina tamanho gigante”.

O baile black se instaura em “Eu Quero Demais”, cheia de groove, com a participação de Ed Motta. E “Que Bom Você de Volta” aparece como música popular brasileira da melhor qualidade, com lindos arranjos de violão.

O manifesto político do Natiruts em forma de música, está na oitava faixa, “A Justiça Falha”, de alma reggae-soul. “A notícia mente, o sistema mata, o político engana e a justiça falha, e ainda querem falar de Deus?”, provoca a banda.

Em seguida tem “Desculpe Doutor”, que é roots e é uma ode à nossa ancestralidade. Uma homenagem à Bahia, a cidade mais negra do Brasil, o berço da civilização brasileira (como conhecemos atualmente) e onde o continente Africano se faz presente a cada esquina.

O disco encerra com a faixa título, “Índigo Cristal”: o sonho de uma terra linda e sã, esperança de um novo amanhã, alegria de viver e fé para quem pensava em desistir são frases que permeiam os lençóis desse reggae.

Porque o índigo atua na introspecção e na maturidade e é o cristal que pode ajudar a encontrar o caminho para um plano mais alto de consciência.

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